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Operadora de telefonia passou a vender celular no crediário

Loja Vivo ParkShopping DF Misto Brasil

Loja da operadora instalada no Prkshopping, no Distrito Federal/Arquivo/Divulgação

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Os consumidores trocam de aparelho a cada três anos, em média. No passado, esse giro acontecia em cerca de um ano e meio

Por Misto Brasil – DF

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, está adotando o crediário, que é um mecanismo de vendas conhecido do varejo nacional, mas, até então, era pouco explorado no universo das telecomunicações.

A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos (TVs, relógios, som, videogames e afins) nas suas lojas físicas e no aplicativo.

A medida tem como objetivo aumentar o volume e a variedade dos produtos vendidos, bem como ampliar o tíquete médio das vendas.

“Queremos permitir que o consumidor consiga comprar seu smartphone com a Vivo mesmo sem o cartão de crédito”, diz o vice-presidente de inovação, Rodrigo Gruner, anotou a Times Brasil.

Quando um consumidor entrar na loja da Vivo, o vendedor já terá em mãos os seus limites de crédito pré-aprovados por meio da consulta do CPF ou número de telefone, aproveitando a base de dados de mais de 100 milhões de usuários da operadora.

Segundo Gruner, será possível, inclusive, aproveitar a capilaridade da rede de lojas para abocanhar uma fatia do comércio das varejistas regionais – especialmente daquelas que estão sem caixa para manter um bom estoque de aparelhos.

Hoje em dia, os consumidores trocam de aparelho a cada três anos, em média. No passado, esse giro acontecia em cerca de um ano e meio. “O ciclo de troca está mais longo”.

O crediário da operadora é baseado no seu braço de serviços financeiros, a Vivo Pay. A plataforma conta com recursos de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) subscrito pela Polígono Capital, uma joint venture do BTG Pactual com a Prisma.

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