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Dólar fechou em queda. Veja como foi o marcado

Combate à corrupção dólar Misto Brasília

O dólar norte-americano é a moeda preferida em todo o mundo/Arquivo/ONU

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O principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,49%, aos 184.108,29 pontos

Por Misto Brasil – DF

O dólar encerrou a sexta-feira (08) em queda no Brasil, em linha com o recuo da divisa norte-americana no exterior, após dados fortes de emprego nos Estados Unidos diminuírem a percepção de risco de aumento de juros pelo Federal Reserve.

A divisa americana fechou na casa dos R$ 4,89, sendo a primeira vez que a moeda fechou abaixo de R$ 4,90 desde 15 de janeiro de 2024, quanto bateu os R$ 4,86.

O dólar à vista encerrou com queda de 0,55%, aos R$ 4,8961. Na semana, a divisa dos EUA acumulou baixa de 1,13% ante o real.

Às 17h04, o dólar futuro para junho – atualmente o mais líquido no mercado brasileiro – cedia 0,78% na B3, aos R$4,9205.

O Ibovespa avançou na última sessão da semana com recuperação das blue chips e otimismo com avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

O principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 0,49%, aos 184.108,29 pontos. Na semana, porém, o Ibovespa acumulou desvalorização de 1,63%.

Se na véspera o tombo dos ‘pesos-pesados’ derrubou o Ibovespa, hoje a recuperação das blue chips deu o tom positivo ao índice.

S&P 500 subiu 0,84%, enquanto o Nasdaq Composite avançou 1,71%. Os dois índices atingiram novas máximas históricas intradiárias durante o pregão. Já o Dow Jones Industrial Average operou próximo da estabilidade.

Os três principais índices de Wall Street caminham para encerrar a semana em alta, apoiados pela continuidade de resultados corporativos considerados fortes. O desempenho positivo das empresas de tecnologia colocou o Nasdaq no caminho de uma valorização de 4% na semana.

O S&P 500 acumulou avanço de cerca de 2% no período e caminha para sua sexta semana consecutiva de ganhos, a maior sequência desde 2024. O Dow Jones, por sua vez, apresentou desempenho mais moderado, com alta semanal de 0,2%.

O ouro fechou em alta, avançando 0,42%, a US$ 4.730,70 por onça-troy.

A prata subiu 0,85%, cotada a US$ 80,865 por onça-troy. Os metais preciosos também encontraram suporte no fluxo comprador técnico e na percepção de que os investidores seguem cautelosos em relação à inflação, ao crescimento econômico e à dívida fiscal dos Estados Unidos.

Analistas do Saxo Bank afirmam que a resiliência do ouro, mesmo diante do forte desempenho das bolsas globais, reforça sinais de demanda contínua por parte dos bancos centrais e evidencia o desconforto dos investidores com a inflação, a atividade econômica e as preocupações fiscais.

O petróleo fechou em alta, apesar de encerrar a semana no negativo, em um mercado atento aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. As cotações reagiram ao aumento da tensão no Estreito de Ormuz, onde Estados Unidos, Irã e Emirados Árabes Unidos trocaram ataques, mesmo sob um cessar-fogo formalmente em vigor.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para junho fechou em alta de 0,64% (US$ 0,61), a US$ 95,42 o barril.

O Brent para julho fechou em alta de 1,23% (US$ 1,23), a US$ 101,29 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

Na semana, porém, ambos acumularam queda de 6,39% e 6,36%, respectivamente. (Com a CNBV, Times Brasil, InfoMoney e MoneyTimes)

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