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Compras no Dia das Mães podem ter injetado R$ 1 bi no DF

Confeitaria FSTA & Coffee DF

Produtos da confeitaria do Lago Sul que realizou promoção para o Dia das Mães/Arquivo/Divulgação/Marcos Cintra

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Pelo menos foi este o número agregado na pesquisa realizada com os usuários de ônibus da Rodoviária do Plano Piloto

Por Misto Brasília – DF

Os consumidores que circulam pela Rodoviária do Plano Piloto podem ter colocado na economia do Distrito Federal  R$ 962,9 milhões com presentes para o Dia das Mães.

Entre os produtos mais desejados pelos passageiros, os celulares lideram com 21,09% das intenções de compra, seguidos por moda e acessórios (13,91%), produtos de beleza e perfumaria (13,55%) e viagens (11,18%).

É o que estima uma pesquisa realizada entre os passageiros pela RZK Digital. Com base nas informações dos usuários, o ticket médio por presente deve ter chegado a R$ 852,69.

Nas compras, as lojas físicas lideram com 26,06%, seguidas por aplicativos e sites de e-commerce (19,75%), redes sociais (18,82%) e aplicativos de delivery (17,99%).

A pesquisa foi realizada com usuários da rede Wi-Fi gratuita disponibilizada no terminal, com dados coletados de forma anônima e em conformidade com a LGPD. Ao realizar o login e acessar a rede, o usuário responde uma pesquisa sobre seus hábitos de consumo.

Em outra pesquisa, desta vez pelo Instituto Fecomércio-DF, aponta que as lojas de shopping e os estabelecimentos de rua ou de bairro seguem como os principais destinos de compra, concentrando 67,4% das intenções.

Na sequência, aparecem os canais digitais, com 20,2%.

O levantamento realizado entre 13 a 21 de abril, aonto que 83,2% dos consumidores pretendia presentear no Dia das Mães. No comércio, 67% dos lojistas projetam aumento nas vendas em comparação com o ano passado.

A forma de pagamento também apresentou variação. Em 2025, o cartão de crédito concentrava 45% das preferências. Em 2026, esse percentual caiu para 34%. O Pix avançou de 29,3% para 35,7% e passou a liderar as intenções, seguido do débito (21,7%) e o dinheiro (8,5%).

 

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