O ex-jogador da Seleção Brasileira, hoje com 60 anos, tem mais quaro anos de mandato como senador da República
Por Misto Brasil – DF
A Ferrari vermelha estacionada ao lado da mansão de Romário na Barra chama atenção não só pela imponência do modelo F430 de quase R$ 1 milhão.
A placa é uma homenagem à caçula de seus seis filhos, com seu nome e data de nascimento: Ivy 1703.
Portadora da Síndrome de Down, a hoje estudante de Artes Cênicas de 21 anos foi responsável por uma revolução na vida do Baixinho, escreveram Carla Felicia, João Pedro Fragoso e Tatiana Furtado, do Extra.
Entre outras muitas mudanças, sua chegada alterou a rota do pentacampeão que tinha tudo para seguir no futebol depois de pendurar as chuteiras, mas escolheu trocar os gramados pelo Congresso — com a bandeira da luta pelos direitos das pessoas com deficiência.
Hoje senador pelo PL, o ex-jogador de 60 anos abre o jogo sobre política na segunda parte da entrevista exclusiva ao jornal carioca.
“Hoje sou político e, dependendo do que se fala, falar de política é interessante. Mas futebol está no sangue, é sempre melhor falar de futebol”.
“Hoje não tenho mais vontade de ser candidato a governador. Foi uma escolha ruim que fiz no passado, porque, no fundo, eu me achava preparado, mas não estava”.
“Tenho mais quatro anos pela frente. Hoje, digo que pretendo disputar a reeleição ao Senado. Eu me sinto preparado, competente e capacitado para isso. Mas a política é muito dinâmica. Muita coisa pode acontecer até lá e mudar qualquer planejamento”.
