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Veja como fechou o mercado. O petróleo acabou em alta

Ibovespa bolsa de valores SP Misto Brasil

O comportamento do Ibovespa é um indicador também da macro economia/Arquivo/Divulgação

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Com o ‘estresse’ político, a curva de juros voltou a subir e as taxas mais longas bateram as máximas do ano

Por Misto Brasil – DF

Ibovespa encerrou a semana em tom negativo com o aumento da aversão a risco externa e risco político no cenário doméstico, em dia de vencimento de opções na B3.

Nesta sexta-feira (15), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,61%, aos 177.283,83 pontos. Na semana, o IBOV caiu 3,71%.

Com o ‘estresse’ político, a curva de juros voltou a subir e as taxas mais longas bateram as máximas do ano.

A ponta positiva foi puxada por Minerva, que subiu 8,80% (R$ 4,45). Com isso, os papéis reduziram as perdas para 21,8% no acumulado do ano. As cotações são preliminares.

A ponta negativa foi encabeçada por Usiminas  em uma breve realização dos ganhos da véspera. Ontem (14), as ações da mineradora fecharam com alta de 7,97%, a R$ 9,89, no maior preço de tela desde abril de 2024.

dólar à vista ganhou força com o mercado mais avesso a risco de olho no cenário geopolítico e precificação do risco eleitoral no ambiente doméstico.

Nesta sexta-feira (15), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,0678, com alta de 1,63%. Mais cedo, a moeda chegou a ser cotada a R$ 5,0818 (+1,92%), no maior nível intradia em quase um mês.

O dólar acompanhou o desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17 horas (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com ganho de 0,47%, aos 99.292 pontos.

Na semana, o dólar acumulou valorização de 3,55% ante o real.

O petróleo fechou em alta nesta sexta-feira (15), e voltou a se aproximar dos US$ 110 por barril, em meio à atenção dos investidores ao travamento das negociações entre Estados Unidos e Irã e à escalada do tom beligerante entre os dois países.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em alta de 4,23% (US$ 4,10), a US$ 101,02 o barril.

O Brent para o mesmo mês fechou em alta de 3,35% (US$ 3,54), a US$ 109,26 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

Na semana, ambos acumularam alta de 5,89% e 7,87%, respectivamente.

O ouro encerrou em forte queda, assim como a prata, após o encontro entre o presidente norte-americano Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping não apresentar avanços relevantes no cenário internacional.

O mercado também acompanha as decisões da Índia em relação às importações de ouro no país.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 2,63%, a US$ 4.561,90 por onça-troy, acumulando recuo semanal de 3,6%.

A prata para julho caiu 9,12%, a US$ 77,547 por onça-troy, com baixa de 4,10% na semana.

As apostas em torno da área de tecnologia

O presidente Donald Trump reportou milhares de transações financeiras que somam centenas de milhões de dólares no primeiro trimestre de 2026, incluindo grandes compras e vendas de ações de gigantes de tecnologia como Nvidia, Microsoft, Amazon e Meta, segundo novos documentos de divulgação financeira.

Os registros apresentados ao Office of Government Ethics (OGE) dos Estados Unidos mostram mais de 3,7 mil transações, com os valores informados em faixas estimadas e não em números exatos.

As operações, que se tornaram públicas nesta quinta-feira, estão avaliadas entre US$ 220 milhões (R$ 1,1 bilhão) e US$ 750 milhões (R$ 3,8 bilhões) no total.

Os maiores movimentos financeiros de Trump no período estiveram concentrados no setor de tecnologia. (Com a CNBC, Times Brasil e MoneyTimes)

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