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O italiano que não quer ser mago

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Carlo Ancelotti durante a entrevista após a convocação da seleção brasileira/Rafael Ribeiro/CBF

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italiano Carlo Ancelotti fez petistas, bolsonaristas e centristas deixarem de lado suas diferenças na segunda-feira

Por Genésio Araújo Júnior – DF

O italiano Américo Vespúcio, enal espanhola, esteve no Brasil antes de Pedro Álvares Cabral, mas o famoso Acordo das Tordesilhas o impediu de nos registrar como descobertos.

Giuseppe Garibaldi esteve no Brasil na Revolução Farroupilha, a mais importante ação republicana lá no Rio Grande do Sul.

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No século XX fomos vistos como heróis na Segunda Guerra, com nossos pracinhas, justo na Itália.

A maior seleção brasileira de todos os tempos se fez tricampeã enfrentando a Itália.

O italiano Carlo Ancelotti fez petistas, bolsonaristas e centristas deixarem de lado suas diferenças à sua espera nessa segunda-feira, 18 de maio. (

Carlo Ancelotti, com sua autoridade, competência e credibilidade, parece ser o único capaz de fazer o mau caráter, mas genial, Neymar Júnior funcionar como deve.

Perguntado se poderia nos levar à final da Copa do Mundo, Ancelotti disse que não era um mago, mas um trabalhador por 40 anos.

Este italiano, como disse Nelson Rodrigues, parece novamente dizer que não precisamos  ter complexo de virar latas, pois podemos ser uma pátria de chuteiras.

O futebol ainda faz mágica de poder no Brasil.

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