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Pesquisa aponta a bebiba favorita nas favelas

Sol Nascente Ceilândia DF Misto Brasília

Vista geral do Sol Nascente, comunidade periférica de Ceilândia/Arquivo/Divulgação

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O estudo da edição Tracking das Favelas levou em consideração as bebidas não alcoólicas. A pesquisa envolveu 800 moradores

Por Misto Brasil – DF

A nova edição do Tracking das Favelas apontou a Coca-Cola ma liderança de bebidas não alcoólicas nas favelas, com compra acima de 70%, intenção próxima de 60% e alto nível de recomendação.

A Pepsi e Guaraná Antarctica também aparecem entre as marcas acompanhadas no consumo cotidiano desses territórios, com índices de compra entre cerca de 52% e 59%.

Na intenção de compra, o levantamento patrocinado pela NÓS – Novo Outdoor Social mostra Guaraná Antarctica com 27,6%, Fanta com 23,4%, Pepsi com 23,4% e Sprite com 20%.

A Coca-Cola registra notas próximas de 8,9. Guaraná Antarctica e Fanta aparecem com avaliações entre 8,4 e 8,6. A Pepsi e Sprite registram notas próximas de 8,3.

O NPS do recorte analisado chega a 46,1%, acima da média da categoria, de 28,6%, diferença de 17,5 pontos percentuais.

Nos atributos avaliados, a Coca-Cola aparece associada a percepções funcionais como “é para todos”, “fácil de encontrar” e “facilita minha vida”.

Guaraná Antarctica e Fanta também aparecem em atributos como qualidade, admiração e identificação. Para a NÓS, os dados ajudam a compreender como diferentes marcas se relacionam com rotina, ocasiões de consumo e percepção dos moradores.

Estudo contínuo feito com pessoas que residem nas favelas do Brasil. A coleta de dados é feita via aplicativo que já possui usuários previamente perfilados por classe social, gênero, idade e por localidade onde vivem, incluindo clusters específicos como as favelas.

A pesquisa é feita com 800 pessoas que vivem em favelas com controle de cotas de gênero e idade. Por ser uma pesquisa via aplicativo, todas as respostas e usuários são validados automática ou manualmente, garantindo maior qualidade e agilidade de coleta.

A margem de erro da pesquisa é de 3,5% com 95% de intervalo de confiança.

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