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Durigan não tem reunião nos EUA sobre PCC e CV

Ministro da Fazenda Dario Durigan entrevista Misto Brasil

Durigan é ministro da Fazenda e assumiu no lugar de Fernando Haddad/Arquivo

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Durigan afirmou que o governo tem ouvido empresários de diversos setores para identificar preocupações e avaliar possíveis riscos

Por Misto Brasil – DF

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que não tem reuniões marcadas com autoridades dos EUA, apesar de ter dizer, nesta segunda-feira (1°), que está reunindo informações e diagnóstico para levar a Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA.

Os encontros tratariam da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

“Eu estou sempre aberto e tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas por enquanto não há agenda prevista”.

“A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos, tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para ao Scott Bessent secretário do Tesouro dos EUA sem nenhuma dúvida”.

De manhã, o ministro afirmou à CBN que pretendia se encontrar com representantes dos EUA para discutir a classificação e tentar revertê-la. Na entrevista, ele afirmou que o foco das reuniões seria a proteção do Pix e das instituições financeiras nacionais.

Segundo o ministro, a principal preocupação do governo brasileiro é a possibilidade de empresas e bancos brasileiros serem alvos de algo que não é concreto.

“Vamos seguir combatendo as organizações criminosas, nós temos insistido nesse ponto, e vamos evitar que tenha prejuízo irreal, fantasioso para a nossa economia, nós temos que evitar isso a todo custo, é uma grande injustiça”, sustentou.

Durigan afirmou que o governo tem ouvido empresários de diversos setores para identificar preocupações e avaliar possíveis riscos externos à economia brasileira. Segundo ele, a orientação do presidente Lula da Silva (PT) é proteger empresas, empregos e instituições financeiras do país.

“Toda colaboração internacional no combate ao crime organizado é bem-vinda. O problema é quando há iniciativas que possam prejudicar o Brasil”, disse.

O ministro afirmou que não tem reuniões marcadas com autoridades dos EUA, apesar de ter anunciado o contrário mais cedo nesta segunda-feira (1°). Os encontros tratariam da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV).

“Eu estou sempre aberto e tenho contato direto com as autoridades norte-americanas, mas por enquanto não há agenda prevista”.

“A gente está reunindo as informações, vendo o que vem pela frente, avaliando os próximos passos, tendo as informações todas, tendo o diagnóstico claro e a posição, eu vou levar para ao Scott Bessent secretário do Tesouro dos EUA sem nenhuma dúvida”.

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