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DF movimentou R$ 1,3 bilhão em transações financeiras

Dinheiro espécie contagem Misto Brasília

Há uma oferta menor de crédito, mas os juros são uma barreira para obter dinheiro/Arquivo/Divulgação

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O levantamento do do Asaas mostra que a área de Informação e Comunicação, representou 22% do volume transacionado

Por Misto Brasília – DF

O Distrito Federal registrou R$ 1,3 bilhão em transações processadas (TPV) no ano passado, alta de 20% na média por cliente na comparação anual.

O resultado, acima da média nacional (18%), sugere maior tração da atividade econômica e da digitalização financeira, refletida no aumento do fluxo de recebimentos, cobranças e pagamentos virtuais feitos por empresas.

A pesquisa da plataforma financeira Asaas indicou uma parcela relevante de empresas e operações concentrada em segmentos de tecnologia e serviços.

O levantamento mostra que a área de Informação e Comunicação, representou 22% do volume transacionado, frente a cerca de 8% na média nacional, indicando que o setor tem quase três vezes mais participação nas transações do DF do que no total do país.

O setor reúne negócios de tecnologia, telecomunicações, serviços digitais, software e produção de conteúdo

Na sequência, ganham destaque as Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas (como consultorias, serviços técnicos e especializados), que responderam por 15% do volume transacionado.

O comércio e reparação de veículos (varejo e serviços automotivos), com 13% de participação.

Na sequência, ganham destaque as Atividades Profissionais, Científicas e Técnicas (como consultorias, serviços técnicos e especializados), que responderam por 15% do volume transacionado, e o Comércio e reparação de veículos (varejo e serviços automotivos), com 13% de participação.

Juntos, esses segmentos reforçam um ambiente econômico em que prestadores de serviço e negócios urbanos têm papel central no crescimento e fortalecimento da região.

Segundo o levantamento, no último ano o DF respondeu por cerca de 2% do volume total transacionado no país, participação que indica a relevância do empreendedorismo local na amostra.

No Centro-Oeste, o movimento também é de aceleração: a região somou cerca de R$4 bilhões em transações no ano e registrou crescimento de 29% em relação ao período anterior, ritmo acima do avanço nacional, o que ajuda a explicar o fortalecimento do mercado regional.

“Em um ambiente de crescimento, as empresas que combinarem planejamento, eficiência e gestão financeira tendem a capturar melhor as oportunidades. Por isso, estratégias como automação de cobranças e de pagamentos, por exemplo, podem ser um diferencial competitivo valioso”, comentou o CFO da plataforma, João Vitor Possamai.

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