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Dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1803

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O dólar norte-americano é a moeda preferida em todo o mundo/Arquivo/ONU

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As ações da Intel subiram após uma reportagem revelar que a Alphabet, dona do Google, fechou um contrato sobre chips

Por Misto Brasil – DF

O dólar à vista ganhou força na primeira sessão da semana diante das incertezas geopolíticas com a continuidade das tensões no Oriente Médio, temores inflacionários e cenário eleitoral no radar.

Nesta segunda-feira (8), o dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1803, em alta de 0,45%.

O dólar destoou do desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17 horas (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com queda de 0,04%, aos 100.030 pontos.

As ações da Intel subiram após uma reportagem revelar que a Alphabet, dona do Google, fechou um contrato como cliente da fabricante de chips.

O The Information relatou que o Google fez um pedido à Intel para fabricar mais de 3 milhões de unidades de processamento tensorial em 2028. A Intel seria uma segunda fonte para a produção de TPU após a Taiwan Semiconductor Manufacturing, mais conhecida como TSMC.

A cotação do ouro fechou praticamente estável, sem direção definida, nesta segunda-feira (8) após uma sessão marcada por forte volatilidade.

Os investidores monitoraram a evolução do conflito no Oriente Médio, depois que Irã e Israel interromperam temporariamente os ataques mútuos iniciados durante a madrugada.

A trégua reduziu parte da busca por ativos de proteção, mas as preocupações com a oferta global de energia continuaram no radar.

O contrato futuro de ouro para agosto encerrou a sessão com leve recuo de 0,04%, cotado a US$ 4.363,40 por onça-troy. A prata para julho também fechou em baixa, de 0,75%, a US$ 68,585.

A cotação do ouro fechou praticamente estável, sem direção definida, após uma sessão marcada por forte volatilidade.

Os investidores monitoraram a evolução do conflito no Oriente Médio, depois que Irã e Israel interromperam temporariamente os ataques mútuos iniciados durante a madrugada.

A trégua reduziu parte da busca por ativos de proteção, mas as preocupações com a oferta global de energia continuaram no radar.

O contrato futuro de ouro para agosto encerrou a sessão com leve recuo de 0,04%, cotado a US$ 4.363,40 por onça-troy. A prata para julho também fechou em baixa, de 0,75%, a US$ 68,585.

Durante o pregão, o ouro chegou a ser negociado abaixo de US$ 4.300, renovando o menor nível desde dezembro de 2025.

Os preços do petróleo terminaram as negociações em alta nesta segunda-feira (8) com novos desdobramentos nos conflitos no Oriente Médio.

O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto terminou o dia com alta de 1,25%, a US$ 94,25 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

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