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Debate sobre envelhecimento populacional e incentivos sociais

Idosos caminhada Parque da Cidade DF Misto Brasil

Pessoas idosas fazem camonhada no Parque da Cidade, em brasília/Arquivo/Agência Brasília

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O uso do Fundo do Idoso por meio do Imposto de Renda surge como caminho para financiar qualidade de vida e inclusão

Por Misto Brasil – DF

O Dia dos Avós, celebrado em 26 de julho, traz um alerta que vai além do afeto: o rápido envelhecimento da população.

Dados do IBGE apontam que o número de pessoas com mais de 60 anos no país já superou o de jovens com menos de 30 anos.

Atualmente, os idosos representam 16,6% dos brasileiros — um salto de quase 5% entre 2012 e 2025 —, com projeção de atingir 75,3 million de pessoas em 2070.

Diante desse cenário, especialistas debatem como garantir autonomia e dignidade a essa parcela da população. Uma das ferramentas fiscais mais eficazes para viabilizar projetos de inclusão é o Fundo do Idoso (FDI).

“Não devemos tratar os idosos como uma parcela separada da sociedade, precisamos pensar em como dar mais autonomia, integração e qualidade de vida para essas pessoas”, defende Vanessa Pires, CEO da Brada, plataforma que conecta investimentos a causas sociais.

Para a especialista, o apoio ao FDI transforma o investimento fiscal em um motor de impacto real, garantindo que o aumento da expectativa de vida no Brasil venha acompanhado de saúde física, mental e cidadania.

Como funciona o Fundo do Idoso (FDI)

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