A celebração do bicampeonato pelos espanhois acontecerá até às 23h na Praça Cibeles e arredores, e espera-se que mais de 60 mil pessoas
Por Misto Brasil – DF
A maior Copa do Mundo da história chegou ao fim com a Espanha no topo do futebol mundial após vencer a Argentina por 1 a 0 na prorrogação.
A inédita edição disputada em três países-sede (Estados Unidos, México e Canadá) e com 48 seleções não apenas ampliou a escala do torneio, mas também entregou marcas individuais históricas, recordes de público e desempenhos memoráveis.
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A seleção espanhola de futebol, bicampeã mundial, desembarcou nesta segunda-feira (20) por volta das 14h30 (hora local) no Aeroporto Adolfo Suárez Madrid-Barajas.
Entre 200 e 300 torcedores se dirigiram ao Terminal 4 na esperança de ver os jogadores.
Os torcedores formaram um corredor improvisado, vestindo camisas da Espanha, agitando bandeiras e segurando celulares.
Nesta tarde, La Roja será recebida pela Casa Real e, em seguida, seguirá para o Palácio de La Moncloa antes de embarcar em um desfile comemorativo em um ônibus aberto.
A celebração acontecerá das 18h às 23h na Praça Cibeles e arredores, e espera-se que mais de 60 mil pessoas se reúnam para comemorar a vitória com a seleção espanhola.
Confira números, premiados e fatos marcantes
1. Melhor Jogador (Bola de Ouro): Rodri (Espanha)
O volante e capitão espanhol Rodri levou a Bola de Ouro adidas como o melhor jogador do torneio. Ditando o ritmo e garantindo o equilíbrio tático da seleção campeã ao longo dos oito jogos, ele superou Lionel Messi (Bola de Prata) e Kylian Mbappé (Bola de Bronze) na votação final.
2. Chuteira de Ouro e Recorde Absoluto: Kylian Mbappé (França)
Com incríveis 10 gols em oito partidas, Kylian Mbappé ficou com a Chuteira de Ouro do torneio. Além da artilharia da edição, o camisa 10 francês atingiu a marca histórica de 22 gols em Copas do Mundo, isolando-se como o maior artilheiro de todas as edições da competição.

3. Luva de Ouro e Muralha Espanhola: Unai Simón (Espanha)
O goleiro Unai Simón garantiu o prêmio Luva de Ouro da FIFA. Peça central da defesa que sofreu apenas um gol durante todo o torneio, Simón estabeleceu o recorde de 650 minutos sem sofrer gols, consolidando uma das campanhas defensivas mais sólidas da história das Copas.
4. Jogador Revelação: Pau Cubarsí (Espanha)
O prêmio de Melhor Jogador Jovem da FIFA ficou com o zagueiro espanhol Pau Cubarsí. Aos 19 anos, o defensor mostrou maturidade impressionante e foi titular absoluto do sistema defensivo da seleção campeã.
5. Herói do Título: Ferran Torres (Espanha)
O gol que garantiu o bicampeonato mundial da Roja sobre a Argentina saiu no 106º minuto da prorrogação. Ferran Torres, que saiu do banco de reservas, marcou o gol decisivo da grande final na Flórida.
6. Inovação: Anéis de Campeão (Estilo NBA e NFL)
Inspirada na tradição dos esportes norte-americanos, a organização do torneio presenteou os jogadores e comissão técnica da Espanha com anéis de campeão personalizados, marcando a primeira vez que o acessório foi entregue em um Mundial de futebol.
7. Troféu Fair Play: Holanda
A seleção da Holanda foi a vencedora do prêmio de jogo limpo da FIFA (FIFA Fair Play Trophy), destacando-se pela disciplina tática e pelo menor número de cartões acumulados ao longo da competição.
8. Recorde de Público nos Estádios
Com a expansão para 104 partidas, a Copa de 2026 estabeleceu o maior público acumulado da história dos esportes, ultrapassando o recorde anterior da Copa de 1994. A média de público superou os 64 mil torcedores por jogo, ocupando cerca de 99,7% da capacidade das arenas.