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Negociações na bolsa terminam em queda, assim como o dólar

Dólar moeda americana Misto Brasil

O dólar serve para garantir reservas e ganhos num mercado volátil/Arquivo

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Os contratos internacionais de petróleo encerraram em forte alta, impulsionados pelo agravamento das tensões no Oriente Médio

Por Misto Brasil – DF

Ibovespa acompanhou a forte aversão a risco global com a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã no Oriente Médio.

Nesta quinta-feira (23), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,46%, aos 176.723,62 pontos.

O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,0839, com queda de 0,64%.

Por aqui, os investidores dividiram as atenções com o noticiário corporativo, em dia de forte pressão sobre ativos de mercados emergentes.

Os contratos internacionais de petróleo encerraram esta quinta-feira (23) em forte alta, impulsionados pelo agravamento das tensões no Oriente Médio e pelos temores de interrupções no transporte da commodity.

O avanço foi suficiente para levar o Brent de volta ao patamar de US$ 100 por barril, em meio à queda do fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz e ao aumento dos riscos para a navegação no Mar Vermelho.

O contrato do WTI para setembro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), subiu 6,17%, ou US$ 5,36 (R$ 27,39), e fechou cotado a US$ 92,19 (R$ 471,09) por barril.

O Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), avançou 7,04%, equivalente a US$ 6,62 (R$ 33,83), encerrando a US$ 100,69 (R$ 514,53) por barril.

Lucro no Carrefour

O Carrefour confirmou nesta quinta-feira (23) suas metas financeiras para 2026, após encerrar o primeiro semestre com crescimento nas vendas, avanço da rentabilidade e melhora dos indicadores de geração de caixa.

O desempenho foi sustentado principalmente pelas operações na França, Espanha e Brasil, consideradas os três mercados estratégicos do grupo.

As vendas cresceram 2,1% em bases comparáveis no primeiro semestre, enquanto o lucro operacional recorrente (ROI) aumentou 4%, para 757 milhões de euros (R$ 4,40 bilhões), ante 727 milhões de euros (R$ 4,22 bilhões) no mesmo período de 2025.

O lucro operacional da operação brasileira avançou 5,8%, alcançando 359 milhões de euros (R$ 2,09 bilhões).

 

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