O dólar à vista teve nova rodada de ganhos ante o real com a continuidade da cautela dos investidores em relação ao mercado brasileiro.
Por Misto Brasil – DF
O Ibovespa fechou em queda nesta quinta-feira (13) e completou a oitava sessão consecutiva no campo negativo, pressionado pela continuidade da saída de capital estrangeiro, pelas preocupações fiscais e pela reação a resultados corporativos.
O principal índice da bolsa brasileira recuou 0,23%, aos 167.100,95 pontos, depois de oscilar entre 166.196,92 e 168.515,49 pontos. O volume financeiro somou R$ 22,4 bilhões.
Durante o pregão, o índice chegou a perder os 167 mil pontos, mas recuperou parte das perdas antes do fechamento.
O dólar à vista teve nova rodada de ganhos ante o real com a continuidade da cautela dos investidores em relação ao mercado brasileiro e um relatório dos Estados Unidos mencionando o Brasil como um dos 40 países que ajudaram a China a driblar as tarifas norte-americanas.
O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1930, em alta de 0,25%, na maior cotação desde o fim de janeiro de 2026.
Por volta de 17h (horário de Brasília), oDXY, indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava em leve baixa de 0,05%, aos 99,961 pontos.
Os preços do petróleo encerraram a sessão desta quinta-feira (13) em queda, pressionados principalmente pelas preocupações com a demanda global pela commodity. O movimento superou o impacto sobre a oferta associado à guerra no Oriente Médio, embora as tensões na região tenham limitado as perdas.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do WTI para setembro caiu 2,43%, ou US$ 2,02, e terminou o dia a US$ 81,25 por barril.
Em Londres, na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para outubro recuou 2,15%, ou US$ 1,91, para US$ 87,07 por barril. (Com o Times Brasil e MoneyTimes)
