Os casos do Darke Horse e Lulinha movimentam os corredores da política e até a curiosidade do eleitorado.
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Tem perguntas que não precisam ser feitas para sabermos as respostas. Não precisa fazer pesquisa para saber que Deus é mais querido que o Diabo. Por aí vai.
Nos dias de hoje, não precisa perguntar, pois todos querem saber do caso do Lulinha e do milionário financiamento do Dark Horse.
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O ministro André Mendonça, o poderoso do momento, controla os inquéritos dos dois casos. Como o do Lulinha vaza informações todo dia, se diz na política que ou sai do seu gabinete cheio de PFs bolsonaristas, ou da própria sede da PF, ou de ex-membros da finada CPMI do INSS.
O respeitável público, quer saber, não seria ajuizado que o terrivelmente evangélico que liberasse os segredos, tanto dos inquéritos do Lulinha como do Dark Horse, para que todos tomassem conhecimento e não ficássemos nesse conta-gota de emoções?
O respeitável público é o último a saber das ciladas da política. A política, goste ou não, surgiu para que a vida do respeitável público seja guiada pelo bem comum.
Ninguém é dono da verdade, mas a sociedade brasileira precisa decidir sobre seus caminhos com igualdade de opções.
