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Bolsa completa a sétima alta consecutiva. Dólar em alta

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O comportamento do Ibovespa é um indicador também da macro economia/Arquivo/Divulgação

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Os investidores reagiram a uma bateria de dados domésticos. Entre eles, a taxa de desemprego recuou para 5,3% no trimestre até julho.

Por Misto Brasil – DF

dólar à vista ganha fôlego em dia marcado por volatilidade e expectativa pelo discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, no simpósio de Jackson Hole, prevista para amanhã (28).

Nesta quinta-feira (27), a divisa encerrou o dia com alta de 0,20%, a R$ 5,1620, no mercado à vista.

O Ibovespa completou a sétima alta consecutiva com apoio das blue chips e apetite a risco do exterior, em meio a retomada do otimismo com o setor de tecnologia focada em inteligência artificial.

O principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com ganho de 0,31%, aos 175.135,41 pontos.

Os investidores reagiram a uma bateria de dados domésticos. Entre eles, a taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,3% no trimestre até julho de 2026, no menor patamar para o intervalo na série histórica iniciada em 2012.

Os contratos futuros de petróleo encerraram a sessão desta quinta-feira (27) em alta, interrompendo uma sequência de três pregões consecutivos de queda.

A valorização ocorreu em meio ao impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã, à ausência de uma previsão para a normalização do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz e a sinais de acirramento da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro avançou 1,58%, ou US$ 1,30, e terminou o dia a US$ 83,53 por barril.

Na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres, o Brent para novembro subiu 1,82%, equivalente a US$ 1,58, para US$ 88,52 por barril.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, recebeu nesta quinta-feira, em Teerã, o primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Catar, Sheikh Mohammed bin Abdulrahman Al Thani.

O encontro ocorreu em meio às negociações sobre o futuro do estratégico Estreito de Ormuz e à pressão exercida pelo bloqueio naval dos Estados Unidos sobre o abastecimento de petróleo do Irã.

Lucros e dividendos

A cobrança de Imposto de Renda sobre lucros e dividendos começa a ganhar mais peso nas contas do governo ao longo de 2026. A nova regra entrou em vigor em janeiro e faz parte das medidas criadas para compensar a ampliação da faixa de isenção do IRPF.

Apesar do avanço mês a mês, o volume arrecadado ainda representa uma parcela pequena da estimativa prevista para o ano. A Receita Federal afirma que a distribuição de lucros não segue um calendário regular, o que dificulta comparações ao longo dos meses.

De acordo com a Agência Brasil, entre janeiro e julho, a Receita Federal arrecadou R$ 3,145 bilhões com o IR sobre lucros e dividendos. (Com o Times Brasil e MoneyTimes)

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