Enquanto isso, a taxa de desocupação no trimestre encerrado em julho caiu 0,5 p.p. (ponto percentual) frente ao trimestre terminado em abril
Por Misto Brasil – DF
Em 2024, o setor de prestação de serviços não financeiros foi responsável pela ocupação de 15,9 milhões de pessoas, em 1,9 milhão de empresas ativas. As empresas pagaram R$ 644,2 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações e registraram R$ 3,5 trilhões em receita operacional líquida.
O valor adicionado foi de R$ 2,1 trilhões. Os dados são da Pesquisa Anual de Serviços (PAS), divulgada hoje (27) pelo IBGE.
A PAS retrata as características estruturais das empresas prestadoras de serviços não financeiros no país.
Esse setor possui uma elevada participação no Produto Interno Bruto (PIB) e no total de empregos formais, reunindo um amplo conjunto de atividades com diferentes características quanto à geração de receita, ocupação de mão de obra, intensidade tecnológica e organização produtiva.
O setor foi organizado em 34 atividades, agrupadas em sete grandes segmentos: Serviços prestados principalmente às famílias; Serviços de informação e comunicação; Serviços profissionais, administrativos e complementares; Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio; Atividades imobiliárias; Serviços de manutenção e reparação; e Outras atividades de serviços. Para análise regional, a PAS compreende 13 atividades.
A taxa de desocupação
A taxa de desocupação (5,3%) no trimestre encerrado em julho caiu 0,5 p.p. (ponto percentual) frente ao trimestre terminado em abril (5,8%) e recuou 0,3 p.p. ante o trimestre de maio a julho de 2025 (5,6%).
A população desocupada (5,8 milhões) diminuiu 8,0% (menos 503 mil pessoas) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril (6,3 milhões). No confronto com igual trimestre do ano anterior (6,1 milhões), houve queda de 4,9% (menos 299 mil pessoas).
A população ocupada (103,3 milhões) foi a maior da série histórica, com alta de 1,0% no trimestre (mais 1,0 milhão de pessoas) e aumento de 0,9% no ano (mais 899 mil pessoas). O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi de 58,9% com variação de 0,5 p.p. no trimestre (58,4%) e ficou estável no ano (58,8%).
A taxa composta de subutilização (13,0%) caiu 0,8 p.p. frente ao trimestre anterior (13,8%) e teve queda de 1,1 p.p. no ano (14,1%). A população subutilizada (14,9 milhões) caiu 5,2% no trimestre (menos 819 mil pessoas) e recuou 7,7% no ano (menos 1,2 milhão de pessoas).
