As ações da Petrobras fecharam em alta pelo terceiro pregão consecutivo. O dólar encerrou o pregão a R$ 5,1027.
Por Misto Brasil – DF
O Ibovespa devolveu as perdas da véspera com as pesquisas eleitorais em foco. Nesta quinta-feira (10), o principal índice da bolsa terminou as negociações com alta de 1,42%, aos 188.268,59 pontos.
As ações da Petrobras fecharam em alta pelo terceiro pregão consecutivo, apoiadas pelo avanço do petróleo. PETR3 subiu 1,77% (R$ 54,64) e PETR4 avançou 1,45% (R$ 49,12), sendo a ação mais negociada da B3.
O setor de bancos também manteve o ritmo positivo da véspera: o Índice Financeiro (IFNC) teve alta de 2,43%, puxada pelo ganho de 1,83% (R$ 42,35) de Itaú (ITUB4). A Vale , que detém 11% de participação do índice, fechou com queda de 1,10% (R$ 78,23), acompanhando o desempenho negativo do minério de ferro.
O dólar à vista encerrou as negociações a R$ 5,1027, com queda de 0,19%.
Os investidores continuaram com as atenções concentradas no cenário eleitoral, com as últimas pesquisas de intenção de votos apontando Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno..
“O mercado vê Flávio mais próximo de Lula no segundo turno com a expectativa de que ele consiga criar uma política fiscal mais responsável com as contas públicas e isso favorece a bolsa”, avalia o especialista em investimentos e sócio da GT Capital, Josia Bento.
Os funcionários da Caixa Econômica Federal iniciaram uma greve nacional por tempo indeterminado nesta quinta-feira (10), enquanto trabalhadores do Banco do Brasil aderiram à paralisação somente em determinadas bases sindicais. As mobilizações refletem impasses que permaneceram mesmo após a conclusão da negociação geral da categoria bancária.
Na quarta-feira (9), a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e representantes dos trabalhadores assinaram uma nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).
O documento estabelece as condições gerais para bancários de todo o país, mas Caixa e BB também possuem negociações específicas com seus funcionários. Com informações do Time Brasil e MoneyTimes)
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