Flávio Bolsonaro surgiu além da sombra, e outra turma apareceu, especialmente Augusto Cury e Renan Santos na campanha.
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Faltam cinco dias para as eleições nacionais e presidenciais.
Uma das poucas coisas que ficaram claras ao respeitável público é que a eleição não é corrida de 100 metros, mas uma maratona cheia de obstáculos, e que não adianta ganhar no primeiro tempo, pois o que vale é gol nos minutos finais.
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Lula da Silva começou o jogo pensando que enfrentava só uma sombra.
Os números do baixo desemprego e a redução do IR pareciam lhe bastar. Se deu mal, a sombra do antipetismo cresceu. Bocado comido, bocado esquecido, veio o Dark Horse e a sombra diminuiu.
Flávio Bolsonaro surgiu além da sombra, e outra turma apareceu, especialmente Augusto Cury e Renan Santos.
A crise do STF pareceu uma bala de prata que iria matar o sapo barbudo. Mas Flávio Bolsonaro não era mais que a sombra.
Não encantava nem os ricos, que desejam ver Lula da Silva aposentado. A reta final mostra as mulheres voltando para Lula da Silva, assim como os pobres, a caneta presidencial fazendo efeito e uma inusitada disputa entre católicos e evangélicos.
O jogo pode ter uma prorrogação, ainda pode ter gol de mão, e não vai ter VAR.
