O chefe do Governo afirmou que “estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade na Suprema Corte”.
Por Misto Brasil – DF
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu aliados nesta segunda-feira (05) para analisar o cenário político do segundo turno das eleições presenciais.
O chefe do Executivo atribuiu a desvantagem pontual frente ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) a fatores conjunturais, apontando a crise institucional do Supremo Tribunal Federal (STF) como um dos elementos de impacto sobre o eleitorado, ao mesmo tempo em que projetou a superação da disputa no embate direto.
Em avaliação feita a coordenadores de campanha e lideranças partidárias, Lula afirmou que o adversário articulou-se sob uma falsa plataforma de oposição tradicional:
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Critica ao enquadramento político: “Esse país que teve um candidato que ganhou as eleições antissistema e ele é a cara do sistema. E nós não explicarmos isso para a sociedade é um grande defeito nosso. Porque aqui só tem um candidato que é antissistema, que somos nós”, declarou o presidente.
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Diagnóstico sobre o Judiciário: Ao abordar o desgaste político sobre as instituições, o chefe do Governo afirmou que “estamos carregando nas costas uma coisa muito grave que é a promiscuidade que ficou estabelecida na Suprema Corte Brasileira”, defendendo discussões sobre reformas estruturais no Poder Judiciário.
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Projeção de debates e propostas: Visando o segundo turno, Lula manifestou disposição para confrontos televisivos diretos: “Agora sim. Agora é importante ter debate na televisão. Porque agora é tête-à-tête. Agora é um contra um”, destacou.
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Confiança no cenário econômico: O presidente sustentou que “não há nenhuma razão econômica, social, política” para a não reeleição da chapa governista, sinalizando a inclusão do debate sobre segurança pública na pauta prioritária dos próximos dias.
