Os resultados do primeiro turno animaram a direita e também o mercado que negociaram títulos de varejo.
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Faltam 19 dias para o segundo turno das eleições presidenciais, dia de ressaca para o PT, dia de alívio para o bolsonarismo.
Só se falou das conquistas dos bolsonaristas na Câmara e no Senado, como eles são fortes e jovens, e dos erros da campanha do PT e de Lula da Silva.
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Chamou a atenção que o chamado mercado festejou a vitória de Flávio Bolsonaro no primeiro turno, assim como a euforia no Brasil e nos mercados que negociaram títulos de varejo do país.
O dólar ficou abaixo de R$ 5,00, e o real valorizou quase 5%, a bolsa cresceu 9%.
Melhor dia em anos, detalhe sórdido. Daniela Marques, coordenadora da área econômica de Flávio Bolsonaro, propõe um corte de gastos públicos equivalente a 1,5% do PIB, enquanto que Dário Durigam, do PT, fala em corte de 2% do PIB.
Sem debates, ninguém apresentou o que vai fazer de ajuste fiscal que agrada os chamados mercados, mas eles festejam Flávio Bolsonaro.
São nessas horas que os pobres desconfiam mais ainda dos ricos no Brasil. São nessas horas que vemos que não teremos nenhuma euforia que se sustente após o 25 de outubro.
