No dia que o Senado começou a discutir no plenário a PEC, Flávio disse que é contra e que tem uma proposta melhor.
Por Genésio Araújo Júnior – DF
Faltam 18 dias para as eleições de segundo turno no Brasil. Era para ter sido uma terça-feira perfeita para a campanha de Flávio Bolsonaro. Era.
Flávio, que tinha recebido o apoio de Romeu Zema e da poderosa bancada do Agro, foi à Goiânia receber o apoio de Ronaldo Caiado, que tinha dito, na campanha, que ele roubava com a mão direita.
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À tarde, ele recebeu o apoio da poderosa Federação União Progressista, uma força do centrão, que de forma unânime lhe apoiou. Coisa que negou no primeiro turno.
Um ótimo roteiro. No dia que o Senado começou a discutir no plenário a PEC, que reduz a jornada de trabalho e dá um dia a mais de folga para o trabalhador, ele disse que é contra, que tem uma proposta infinitamente melhor.
Fala de oportunismo de Lula da Silva? O problema, respeitável público, é que a turma que passa quatro horas para ir e voltar do trabalho sonha com isso e já está contando com sua aprovação.
Davi Alcolumbre disse que vai colocar em votação na semana que vem. Quero ver quem tem coragem de votar contra. Flávio dá de mão beijada discurso para Lula.
Flávio está em vantagem, só precisa não errar. Errou.
