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Compra da Caju pelo iFood acirra disputa em benefícios

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A startup foi comprada pelo iFood, mas depende de autorização do Cade/Arquivo/Divulgação

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A junção cria um concorrente de peso frente a operadoras tradicionais, mas elimina a disputa direta entre duas marcas inovadoras.

Por Misto Brasil

A aquisição da startup Caju pelo iFood promete movimentar a disputa no setor de benefícios corporativos, mercado que gira cerca de R$ 150 bilhões anuais no Brasil.

A operação, contudo, ainda depende de aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do Banco Central para ser concluída.

Especialistas apontam que a fusão traz reflexos para empresas e trabalhadores no uso de vale-refeição e alimentação.

Entre os principais desdobramentos concorrenciais e regulatórios analisados destacam-se:

A legislação determina ainda que ambas as companhias mantenham operações independentes até a decisão final dos órgãos reguladores, evitando antecipação de integração comercial.

“A análise do pode considerar tanto a redução de um concorrente independente no mercado de benefícios quanto a combinação dessa atividade com o ecossistema de delivery”, o co-founder da Syscapital e especialista em Mercados Regulados, Carlos Akira Sato.

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