Especialistas recomendam aos supermercados o controle rigoroso de perdas e ajuste consciente de margens.
Por Misto Brasil
A alta no preço dos alimentos voltou a pesar no orçamento das famílias brasileiras. Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,82%, puxado principalmente pelo grupo de alimentação no domicílio, que registrou elevação de 0,96% no período.
Fatores climáticos e redução na área plantada explicam o encarecimento de itens básicos da cesta de compras.
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Os principais destaques sobre a variação de preços e tendências apontam:
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Maiores altas: O tomate liderou com disparada de 37,76%, seguido pela batata-inglesa (24,07%), cebola (10,14%) e arroz (4,56%).
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Opções em queda: As carnes de frango inteiro (-1,96%) e em pedaços (-1,41%) surgem como alternativas mais acessíveis à carne bovina.
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Projeções do mercado: Queda esperada para batata e cenoura no próximo mês, enquanto o clima pode voltar a pressionar hortaliças.
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Estratégia no varejo: Especialistas recomendam aos supermercados o controle rigoroso de perdas e ajuste consciente de margens.
A gestão eficiente de estoques e a diversificação das mercadorias buscam amenizar o repasse da inflação ao consumidor final.
“O aumento nas chuvas e a consolidação do El Niño a partir de novembro pode antecipar perdas”, comentou o economista e especialista em gestão de supermercados, Leandro Rosadas.
