A expansão econômica e incentivos fiscais atraem investidores que buscam diversificação patrimonial e menor carga tributária.
Por Misto Brasil
O Paraguai projeta atingir 100 mil pedidos de residência em 2026, com cerca de 70 mil solicitações vindas de cidadãos brasileiros.
O movimento impulsiona o mercado imobiliário e abre oportunidades para corretores do Brasil atuarem no país vizinho com comissões em dólar.
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A expansão econômica e incentivos fiscais atraem investidores que buscam diversificação patrimonial e menor carga tributária.
Os principais dados do setor e os reflexos para o mercado brasileiro destacam:
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Investimento em imóveis: A modalidade de residência por aporte exige valor mínimo de US$ 200 mil em propriedades.
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Crescimento do PIB: A economia paraguaia avançou média de 5,5% ao ano, impulsionada por imposto corporativo de 10%.
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Regime de Maquila: A alíquota única de 1% gerou US$ 717 milhões em exportações no semestre, sendo 62% destinadas ao Brasil.
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Atuação de corretores: Plataformas conectam profissionais brasileiros a incorporadoras locais para manter carteiras de clientes.
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Volume de vendas: A incorporadora Raíces movimentou US$ 26 milhões em imóveis, registrando metade dos compradores vindos do Brasil.
A proximidade geográfica e o suporte tributário consolidam o Paraguai como destino estratégico para investidores nacionais.
“O corretor brasileiro já atende esse investidor aqui e não precisa perder o cliente quando a decisão de compra atravessa a fronteira”, comentou o corretor Celso Pereira Raimundo.
“Ao conhecer os produtos, as regras e contar com suporte local, ele pode acompanhar a operação, ampliar sua carteira e criar uma nova fonte de receita em moeda estrangeira”.
