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Estratégias digitais marcam a reta final do pleito

Celular uso nas escolas Misto Brasil

O celular se transformou numa ferramenta de trabalho, de lazer e mobilização política/Arquivo/Colégio ICJ

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A campanha de Flávio conta com articulações para orientar criadores e a base do presidente Lula aposta na mobilização via WhatsApp.

Por Misto Brasil

A reta final da eleição presidencial de 2026 é marcada pela intensificação de estratégias digitais distintas, englobando desde a articulação de influenciadores e redes de mensagens até o uso controverso de inteligência artificial na comunicação política.

Enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro conta com articulações de figuras como Pablo Marçal para orientar criadores de conteúdo, a base de apoio do presidente Lula da Silva aposta na mobilização via WhatsApp por meio do canal “Exército do Lula”.

“Essa confiança pode ser motivada pelo medo de uma vitória dos adversários ou pelo sentimento de pertencimento ao grupo, em vez de uma avaliação racional e pragmática”, observou Vinícius Melo, cientista social, pesquisador em cultura digita e membro do Livres.

“A questão vai além de distinguir realidade e ficção. Há uma diferença entre uma mulher usar a própria imagem para defender uma causa sua e terceiros explorarem uma figura feminina como objeto de atração”.

“A forma de apresentar essa personagem também comunica uma visão sobre as mulheres”.

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