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Ações por assédio eleitoral crescem 37% na reta final do pleito

Eleições papel no chão Misto Brasília

A distribuição de santinhos nas campanhas eleitorais suja as cidades/Arquivo/Agência Senado

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50 novos processos foram protocolados no país entre 4 e 24 de outubro, elevando para 185 o total de ações judiciais abertas no ano.

Por Misto Brasil

O volume de ações trabalhistas movidas por assédio eleitoral no Brasil registrou um salto de 37% no período compreendido entre o primeiro e o segundo turno das Eleições 2026.

Segundo levantamento do Centro de Pesquisas Judiciárias do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), 50 novos processos foram protocolados no país entre 4 e 24 de outubro, elevando para 185 o total de ações judiciais abertas no ano.

A aceleração dos casos levou a Justiça do Trabalho, em atuação conjunta com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Justiça Eleitoral, a atuar em regime de plantão para coibir abusos de poder patronal e político.

Durante todo o ano, o MPT computou mais de 1,8 mil denúncias relativas a coações no ambiente profissional, sendo mais de 800 ocorrências registradas exclusivamente na etapa final do pleito.

As decisões liminares proferidas pelas Varas do Trabalho em diferentes estados abrangeram as seguintes frentes de atuação:

A Justiça do Trabalho reforçou que os órgãos de fiscalização continuarão recebendo denúncias e aplicando sanções judiciais e extrajudiciais para resguardar a liberdade do voto.

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