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Professora do DF une música e IA para ensino inclusivo no Sesi

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Alfabetizar é mais do que ensinar a ler palavras/Arquivo/Contee

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A iniciativa atende aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência ao eliminar barreiras de aprendizagem.

Por Misto Brasília

A professora de Língua Portuguesa Josiane de Paiva Chagas, da Rede Sesi de Educação do Distrito Federal, desenvolveu um projeto pedagógico inovador que articula literatura, musicalização e inteligência artificial para promover a inclusão escolar.

A iniciativa atende aos princípios da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência ao eliminar barreiras de aprendizagem e garantir a participação efetiva de alunos neurodivergentes sem qualquer tipo de segregação em sala de aula.

Denominado “Literatura Inclusiva com Musicalização e Inteligência Artificial”, o trabalho utilizou a obra O Livro das Palavras, do escritor Ricardo Azevedo, como ponto de partida para atividades de leitura, interpretação textual e análise linguística.

A experiência alcançou 175 estudantes distribuídos em cinco turmas do 6º ano do Ensino Fundamental II, combinando a produção de letras autorais, adaptações audiovisuais e o uso mediado de ferramentas tecnológicas.

A metodologia registrou impactos diretos no engajamento dos alunos e no desenvolvimento do protagonismo estudantil:

Pelo impacto da proposta, a educadora acumulou importantes reconhecimentos no Distrito Federal ao longo de 2026.

A prática conquistou o Prêmio Professor Inovador 2026 (Instituto Eda Coutinho, Unesco e IESB), o Prêmio Professor Paulo Freire da Câmara Legislativa do DF (CLDF), com duas Moções Honrosas, e a Medalha de Ouro nas Olimpíadas de Língua Portuguesa para Professores.

Acompanhe no Misto Brasil as principais iniciativas de inovação pedagógica e educação inclusiva no Distrito Federal.

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