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Startup negocia centros de reindustrialização com prefeituras

Escola sala de aula carteiras vazias Misto Brasil

Móveis escolares podem ser recuperados e o custo do mobiliário reduz/Divulgação

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A iniciativa expande um modelo já testado pela empresa, que forneceu móveis reindustrializados para a Prefeitura de Sorocaba (SP).

Por Misto Brasil

Com 106.572 escolas municipais registradas no Censo Escolar, a gestão e a renovação do mobiliário escolar representam um desafio constante para as administrações públicas.

Diante dessa demanda, a startup Reescola negociará com três prefeituras a implantação de Centros de Reindustrialização municipais.

A proposta busca permitir que as cidades recuperem carteiras e cadeiras com segurança técnica e viabilidade financeira antes de realizarem novas compras, transformando a manutenção em uma política contínua de gestão patrimonial.

A iniciativa expande um modelo já testado pela empresa, que forneceu móveis reindustrializados para a Prefeitura de Sorocaba (SP) e atendeu mais de 300 unidades de ensino.

No formato em negociação, os municípios disponibilizarão a infraestrutura operacional, enquanto a startup fornecerá engenharia, processos industriais, capacitação e programas para monitoramento do inventário e controle do ciclo de vida dos bens.

A viabilidade técnica e jurídica da proposta fundamenta-se nos seguintes pilares:

Os projetos-piloto em negociação permitirão avaliar parâmetros operacionais, geração de empregos e redução de impacto ambiental antes de uma expansão do modelo para outras regiões.

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