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Ataque hacker à Binance expõe vulnerabilidade em criptoativos

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Mercado de criptomoedas movimenta diariamente bilhões de reais em todo o mundo/Arquivo/Mais Retorno

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A investigação preliminares aponta o comprometimento de credenciais de um colaborador com acessos privilegiados.

Por Misto Brasil

Um ataque cibernético direcionado à Binance, maior corretora de criptomoedas do mundo, resultou no desvio estimado de US$ 6,3 bilhões — aproximadamente R$ 33,9 bilhões — e evidenciou fragilidades em mecanismos de autenticação e custódia de ativos digitais.

O incidente, detectado na última quinta-feira (29), motivou a suspensão temporária de saques e mobilizou autoridades globais e equipes especializadas em segurança em bloco para rastrear a movimentação dos fundos.

Leia – detalhes do golpe cibernético bilionário em criptomoedas

A investigação aponta o comprometimento de credenciais de um colaborador com acessos privilegiados, permitindo que os invasores burlassem barreiras operacionais.

As falhas estruturais e as recomendações de segurança compreendem as seguintes frentes:

Analistas de segurança reforçam que a flexibilização de protocolos em favor da agilidade operacional continua sendo o principal vetor de exploração por grupos criminosos internacionais.

“A gente tem defendido que para as melhores práticas de custódia de chave de criptoativos você precisa de um ambiente quente e um ambiente frio. O ambiente quente é online, onde você consegue transferir a chave na hora. Custódia fria é um ambiente desplugado da internet”, observou observou o CEO da Dinamo Cyber Security Company, Marco Zanini.

“Você deixa sua reserva lá e à medida que você precisa fazer transferência de fundos, você vai faz uma carga no ambiente quente”.

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