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Setor imobiliário adota cautela após período eleitoral

Imóvel prédio planta DF Misto Brasília

Novo prédio residencial na planta que foi inaugurado recentemente/Arquivo/Divulgação

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A dinâmica operacional das principais construtoras do país abrange áreas como habitação popular e reorganização de caixa.

Por Misto Brasil

O cenário de incerteza nas projeções de juros e no crédito de longo prazo levou construtoras e investidores a adotarem uma postura defensiva após as eleições.

Enquanto empresas voltadas para a média e alta renda desaceleram lançamentos para preservar caixa, companhias focadas no segmento popular mantêm o ritmo amparadas por subsídios governamentais e recursos direcionados.

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A oscilação das taxas encarece o financiamento e altera o planejamento financeiro das incorporadoras.

“A oscilação dos juros afeta o bolso de quem quer comprar o imóvel e também muda as contas que as empresas fazem para definir o preço de terrenos e o valor total que esperam arrecadar com as vendas dos novos prédios”, analisa Ana Maria Cooke, fundadora da Compass Avaliações.

A dinâmica operacional das principais construtoras do país abrange as seguintes frentes:

Especialistas projetam que a seletividade e o planejamento financeiro rigoroso continuarão guiando as decisões estratégicas do setor até que ocorra maior previsibilidade nas taxas de juros.

Acompanhe no Misto Brasil as novidades sobre o mercado imobiliário, economia e investimentos no país.

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