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Dólar fechou o pregão de hoje cotado a R$ 5,64

Dólares cotações mercado financeiro Misto Brasil

O dólare é uma moeda que é negociada em praticamente todos os países do planeta/Arquivo/Reprodução

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O Ibovespa com uma queda de 1,35%, situando-se aos 165.647 pontos. Ao longo da sessão, o índice chegou a operar próximo a mínimas.

Por Misto Brasil

O dólar encerrou o pregão desta terça-feira (3) em alta. A divisa norte-americana encerrou cotada a R$ 5,4872, alta de 0,79%, no mercado à vista.

O movimento local acompanhou o desempenho do dólar global. Por volta de 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara a moeda a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava em alta de 0,12%, aos 101,8600 pontos.

O dólar à vista voltou a acelerar nesta terça-feira, em meio à deterioração da percepção de risco doméstico após o resultado das eleições presidenciais, conforme noticiou o MoneyTimes.

O principal fator de estresse local veio dos ruídos políticos e fiscais.

“Os investidores repercutiram negativamente os rumores sobre um suposto interesse do presidente Lula na proposta do economista André Lara Resende, que propõe o tabelamento da Selic”, afirmou Emerson Junior, head de câmbio e contas internacionais da Convexa Investimentos.

O Ibovespa encerrou o dia com uma queda de 1,35%, situando-se aos 165.647 pontos. Ao longo da sessão, o índice chegou a operar próximo a mínimas acentuadas, refletindo o ambiente de aversão ao risco diante de revisões macroeconômicas e expectativas para a decisão de política monetária (Copom).

Principais Ações e Fatores de Influência

A sessão também foi marcada pela estreia do novo horário de negociação da B3 (com encerramento estendido até as 18h, alinhando-se ao fim do horário de verão nos Estados Unidos). No ambiente doméstico, investidores repercutiram projeções mais conservadoras para a inflação e para a taxa básica de juros (Selic), elevando a exigência de prêmios de risco na véspera da decisão do Copom.

O Nubank (NU) foi uma das ações que mais se beneficiaram do chamado trade eleitoral, quando a vitória do candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), parecia próxima.

Porém, a queda após a derrota do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi inversamente proporcional: um tombo de 17% desde 23 de outubro.

Para a XP é nessa queda que pode surgir a oportunidade. A corretora elevou o preço-alvo da ação para US$ 17, o que implica potencial de valorização de 44% em relação ao fechamento da última sexta-feira (30), com recomendação de compra, conforme o InfoMoney.

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