Previdência e INSS são temas indigestos para governo

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Na sexta-feira, o presidente interino Michel Temer recebeu sindicalistas para um almoço. O cardápio seria a reforma da Previdência Social. De fato nada saiu de concreto desta conversa muito bem servida.

Não é para menos. O governo acha que a Previdência é uma pedra no sapato e nem mesmo o INSS tem atrativo para políticos. O Leonardo Gadelha, filho de Marccondes Gadelha, não aceitou o convite para ser o presidente do órgão que terá sua estrutura enxugada e continua sob a influência dos petistas do grupo de Gabas.

O INSS é um dos órgãos ceifados pela MP 731, publicadas ontem no Diário Oficial da União em edição especial. Outra MP também reduz cargos e comissão e um decreto extingue funções, conforme o Misto Brasília anunciou ontem.

Pela leitura deixarão de existir os cargos de gerente executivo e gerentes de agências da Previdência.

Sobre a reforma previdenciária, ao que tudo indica Temer manterá a sua proposta com aposentadoria mínima de 65 aos para homens e mulheres para trabalhadores no serviço público e na iniciativa privada.

O governo pode recuar na proposta da desvincular os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do salário mínimo. Haverá regras de transição para quem já está no mercado de trabalho.

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