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O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) bloqueou bens da emissora oficial que transmitiu a Olimpíada Rio-2016.
Denúncias partiram do Ministério Público do Trabalho (MPT). Uma das princiais foi a jornada de trabalho abusiva. De acordo com o MPT, mais de 2 mil profissionais foram admitidos pela empresa OBS por meio de contratos de Pessoa Jurídica.
Além disso, houve contratos de prestação de serviço como Microempreendedor Individual e foram obrigados a cumprir jornadas de mais de 10 horas diárias.
Com sede na Espanha e originária do Reino Unido, a OBS reconheceu que não foi formalizado contrato de trabalho com nenhum brasileiro e que todas as contratações se deram por meio de PJ, MEI e terceirização.


























