A campanha eleitoral para vereador e prefeito começou tarde, mas tem sido marcada pela apatia e violência, como foi o caso de Itumbiara, Goiás, na quarta-feira, quando o candidato a prefeito morreu após um tiroteio.
As eleições têm sido marcadas pela violência no Rio de Janeiro, na Bahia, em Santa Catarina, no Mato Grosso e até mesmo no Entorno do Distrito Federal. O clima de insegurança se mistura com a apatia do eleitor, que não percebe mudanças nos métodos e nas promessas dos candidatos.
Até esta quinta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral já havia autorizado o envio de tropas federais para 226 localidades e municípios brasileiros. A última autorização atingiu 66 municípios do Amazonas, Maranhão, Sergipe e Rio Grande do Norte.
Forças federais também estarão em Mato Grosso, Alagoas, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Acre, Pará e Rio de Janeiro, onde a violência na Baixada Fluminense é uma das mais emblemáticas. Lá, o crime e as milícias ditam as regras à bala.
O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, pediu que a Polícia Federal acompanhe as investigações sobre os assassinatos de candidatos nas eleições.
Em seu comentário desta manhã na BandNews, o jornalista Ricardo Boechat chamou a atenção para o avanço do criminoso comum no processo eleitoral. “Talvez, o criminoso tenha visto algo nesse processo, algo similar de como atua”, observa.























