O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que representa o ex-senador José Sarney, divulgou que o cliente dele ficou “perplexo”. Uma vez que não é mais parlamentar e não utiliza os serviços da Polícia Legislativa do Senado. De acordo com o advogado, nenhum agente realizou varredura nos endereços do senador.
Segundo Kakay, o senador Edison Lobão (PMDB-MA) afirmou que a agentes de segurança do Senado estiveram na residência dele em Brasília há meses e não encontraram nada.
Lobão informou por intermédio de Kakay que foi realizada varredura no gabinete dele, quando era ministro e o filho estava no exercício do cargo, sem ter sido descoberto qualquer equipamento de escuta.
A intenção de Lobão também foi verificar se havia escutas ilegais, por conta de ter sido grampeado pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Além disso, Lobão esclareceu que não houve intenção de obstruir a Operação Lava Jato.
Jà o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) não foi divulgou nenhuma nota até o momento do fechamento desta reportagem.
As informações contrariam a versão do agente da Polícia Legislativa que em delação sustentou ter ocorrido ações com o objetivo de obstruir a operação da Poilícia Federal.
Por meio de nota a senadora Gleisy Hoffmann (PT-RS), informou que houve pedido à Polícia Legislativa para fazer uma varredura na residência dela, imediatamente após diligências realizadas na residência delue a referente a mandado de busca e apreensão pela Lava Jato.
Segundo a senadora, o intuito foi verificar se não fora colocado algum equipamento de escuta sem autorização judicial, com o propósito de se proteger.
Hoffmann questionou aos agentes legislativos como seria o procedimento. E ouviu que, caso fosse encontrado algo, seria reportado ao Ministério Público e à Polícia Federal sobre o resultado da varredura.























