Assessores e colegas de Renan Calheiros (PMDB-AL) estão acompanhando com lupa o caso do deputado Rodrigo Maia (Dem-RJ). Se for quebrado o artigo 57 da Constituição, que proíbe a recondução do presidente da Câmara ao cargo, a tese também poderia valer para a presidência do Senado.
Em dois pareceres Maia pode se candidatar, mas o caso foi parar no Supremo Tribunal Federal a pedido do Solidariedade e do deputado André Figueiredo (PDT-CE). Com a porta aberta, Renan pode até não se candidatar à reeleição, mas sua força política dobra e a equação política teria nova configuração com reflexos no Palácio do Planalto.
O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) disse ontem à Coluna, que não crê num rompimento de acordo em torno de Eunício Oliveira (PMDB-CE) à presidência. “Acho que o acordo está fechado.”
O senador Paulo Bauer (SC), líder da bancada do PSDB, disse que as definições sobre as eleições à Mesa Diretora “só na véspera ou até no dia do reinício dos trabalhos”.
Esquentou a disputa pela presidência da Câmara dos Deputados. Rogério Rosso (PSD-DF), Jovair Arantes (PTB-GO) e Rodrigo Maia (Dem-RJ) subiram um ponto no tom das críticas mútuas. (Da Coluna Esplanada)
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