O empresário Eike Batista, que está sendo procurado pela Polícia Federal devido a um mandado de prisão expedido em nova fase da Operação Lava Jato, teve uma carreira meteórica. Acumulou bilhões de dólares em um curto espaço de tempo, mas viu as suas empresas derrocarem a partir de 2013.
No auge, o empresário foi proprietário do maior iate do Brasil, produzido pela fabricante italiana Spiriti Ferretti. Com 35 metros de comprimento, espaço interno de 900 m², e três andares, a embarcação acomodava até 20 passageiros e tinha espaço para armazenar dois jet skis em sua proa. Estima-se que ele tenha pago R$ 30 milhões pelo barco..
Ele ainda ostentou uma frota de jatinhos e carros milionários, como uma Mercedes McLaren, além de projetos extravagantes como o que anunciou em 2010: a construção da “Cidade X”, uma cidade supermoderna para cerca de 250.000 pessoas a alguns quilômetros da capital fluminense. Os bens foram alvo de apreensão por parte da Polícia Federal ano ano passado.
Eike, que naquele ano tinha uma fortuna da ordem de US$ 30 bilhões, dizia que chegaria a ser o homem mais rico do mundo, com um patrimônio avaliado em US$ 100 bilhões. Em 2012, Eike entrou para a lista dos dez mais ricos do mundo, segundo a revista Forbes, figurando em sétimo lugar. (Perfil da Veja)






















