Está praticamente pronta a lista suja de empresas que usam trabalho escravo. Muitas foram flagradas ao longo de 2016 por fiscalizações do Ministério Público do Trabalho. A última lista, divulgada há um ano, revelou o nome de 340 empresas. A tendência é de que esse número seja maior
A divulgação da lista foi suspensa pelo governo Temer, mas a Justiça do Trabalho mandou divulgar regularmente. A lista suja instituída em 2003 é uma referência mundial. É considerada pelas Nações Unidas como um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo, segundo a Coluna Esplanada.
A presença na lista impede o financiamento de projetos e moraliza o pagamento de direitos fundamentais dos trabalhadores
