Pesquisadores estudam aplicativo para reduzir mortes em selfies

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Pesquisadores americanos estão desenvolvendo um aplicativo que promete ajudar a reduzir o preocupante número de pessoas que morrem a cada ano tirando selfies.

O aplicativo, ainda em fase de testes, avisa quando as pessoas estão em situação em risco.

Em um estudo, os pesquisadores apontam que 15 pessoas morreram por causa de selfies em 2014, 39 em 2015 e 73 nos primeiros oito meses de 2016, de acorco com a BBC. 

Uma das vítimas teria sido o artista plástico Pierre de Freitas. Ele morreu no último dia 15 em um acidente na Serra do Campo, zona rural de Palmas, após fazer uma suposta selfie. O brasiliense estava acompanhado de uma turista canadense quando tentou tirar uma fotografia na beira de um penhasco, em região que recebe poucos visitantes.

A pedra em que Pierre se encontrava cedeu ele caiu de uma altura de cerca de 70 metros.

O estudo, conduzido pelo estudante de doutorado Hemank Lamba e por uma equipe de amigos da universidade de Carnegie Mellon em Pittsburgh, nos Estados Unidos, também mapeia os locais e causas das mortes, em vários lugares do mundo.

A equipe testou 3.000 selfies com um algoritmo desenvolvido por ela. Os pesquisadores afirmam que há uma taxa de sucesso de mais de 70% quando se trata de identificar uma foto arriscada.

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