Arroz, macarrão, feijão, carne, refresco e sobremesa no jantar. Acostumado aos restaurantes mais famosos do mundo, o empresário Eike Batista provou o menu acima na primeira noite no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro. Inclusive a Secretaria de Administração da Penitenciária informou que Batista aceitou comer sem problemas a tradicional comida do presídio.
Já no café da manhã as “opções” foram pão com manteiga e café. Enquanto no lanche, o cardápio traz suco e bolo.
Batista está no presídio Bandeira Stampa, também conhecido como Bangu 9, dividindo espaço com outros seis presos da operação Lava Jato que não têm curso superior.
A cela tem 15 metros quadrados e quatro beliches, sem vaso sanitário, com apenas um buraco no chão. Para o banho, dispõe de um cano e água fria. Os presos têm direito a um ventilador e a uma televisão de 17 polegadas, que só pode ser ofertada pela família. O Bandeira Stampoa conta hoje com 541 vagas e 422 detentos. Além dos presos da Lava Jato, também estão em Bangu nove criminosos que não pertencem a facções criminosas, presos que trabalham na unidade, milicianos e contraventores, como Haylton Scafura. (Com G1)





















