Grandes emoções no mundo político-partidário estão previstas nos próximos três dias no Congresso Nacional, com reflexo imediato no Palácio do Planalto. A montanha russa começou pela manhã.
A ministra Cármen Lúcia (STF) homologou 77 delações e o empresário Eike Batista ameaça“abrir o jogo” no esquema de propina que atinge, principalmente, o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). No meio da tarde, quatro pré-candidatos entraram com um mandado de segurança contra o deputado Rodrigo Maia (Dem-RJ).
Apoiado pelo Palácio do Planalto, Maia é questionado no projeto da reeleição à presidência da Câmara, que pode derrubar o tabuleiro construído até este momento. Caso o Supremo Tribunal Federal conceda a liminar impedindo a candidatura de Maia, o noivado do PSDB com o presidente Michel Temer também muda de patamar.
Os tucanos querem emplacar o deputado Antônio Imbassahy (BA) na Secretaria de Governo, mas a aliança do noivado talvez mude de mão.
Se o projeto Maia naufragar, Imbassahy poderá aparecer como candidato de consenso. A engenharia é difícil, mas na política nada é impossível. (Da Coluna Esplanada)























