O protesto de familiares de policiais continua no Espírito Santo. Desde o início do protesto, grupos de 20 a 50 mulheres se revezam dia e noite diante dos batalhões da Polícia Militar no Estado.
O policiamento das Forças Armadas começou ontem à noite e hoje deve ser reforçado com duas centenas de agentes da Força Nacional. O número de crimes de morte subiu 1.100%, segundo entidades de representação dos policiais, que se mantêm aquartelados.
Veja um vídeo ao lado quando um ônibus é roubado
Mariana é uma das que organiza o contingente de familiares – que inclui, ocasionalmente, crianças e alguns idosos.
“Ficamos sentadas na porta do batalhão, observando os movimentos dos que entram para o trabalho e impedindo a saída, porque diversas vezes eles tentam sair. Já fizemos corrente humana, já conversamos com comandantes, majores que tentaram negociar para que fossem liberadas algumas viaturas para fazer o policiamento das ruas. Mas queremos conversar com quem vai resolver o problema”, diz.