Situação insustentável pode agravar com greve da Civil

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Reposição salarial e incorporação das escalas especiais. Essas são as reivindicações da Polícia Civil do Estado de Espírito Santo na expectativa de um movimento grevista iminente.

O presidente do Sindicato de Investigadores de Polícia Civil (Sinpol-ES), Antônio Fialho Garcia Júnior, que é porta voz também de delegados, escrivães, investigadores, médicos legistas, auxiliares de perícias e fotógrafos criminais, confirmou a informação nesta tarde de quinta-feira (9).

A categoria aguarda pelo menos até 17 de fevereiro uma contraproposta do governo do Espírito Santo. Na mesma data, será realizada assembleia às 9h30 na Chefatura de Polícia, onde será tomada uma decisão sobre o impasse.

Até lá, de acordo com o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Espírito Santo (Sindepes), Rodolfo Queiroz Laterza, , “todos irão se concentrar nas delegacias regionais e atender flagrantes prioritários do Exército e da Força Nacional”.

Além da reposição e da escala, na pauta do Sindicato dos Policiais Civis (Sindipol), presidido por Jorge Emílio Leal, há abertura do Hospital da Polícia Militar (HPM) para atendimento aos policiais civis e reforma da previdência. O Sindipol propôs 14 dias para o governo atender as reivindicações, durante assembleia realizada hoje.

 

O número de mortos registrados desde o último final de semana ultrapassou 100 assassinatos, segundo o sindicato dos investigadores.

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