Não colou, Jucá. Cai a PEC da pouca vergonha

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O senador Romero Jucá (PMDB-RR) bem que tentou. Praticou a máxima: do colar, colou. Protocolou uma PEC que seria o carimbo dos absurdos, ou seja, os investigados da Lava Jato jogando a própria boia de salvamento.

Em menos de quatro horas, retirou o que seria um absurdo da falta de vergonha. E obteve o apoio de oito partidos e de gente graúda na constelação política da República. Depois da reação negativa pediu a retirada da tramitação da Proposta de Emenda Constitucional que blindava as maiores autoridades.

Em nota oficial, o parlamentar informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que desistiu da ideia a pedido do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), escreveu Maria Lima, de O Globo.

O senador José Aníbal (PSDB-SP) anunciou que encaminharia à Mesa Diretora do Senado pedido para retirar sua assinatura da lista de apoiamentos. Com a saída do tucano, o número de assinaturas cairia para 27, que é o mínimo permitido para a PEC tramitar. Ou seja, se outro senador retirasse o apoio, a proposta ficaria inviável.

Pela proposta, os presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam o direito de não serem investigados por fatos anteriores ao mandato, enquanto ocuparem o cargo, como já acontece com o presidente da República.

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