O jornal Le Monde, da França, publica hoje na edição impressa e no seu sítio eletrônico, reportagem em que denuncia suposta corrupção nos Jogos Olímpicos do Rio. Segundo a publicação, a justiça francesa “tem provas concretas” implicando a integridade do processo de atribuição dos Jogos.
Le Monde revela que uma empresa ligada a um rico empresário brasileiro pagou em 29 de setembro de 2009, três dias antes da eleição da cidade anfitriã, US$ 1,5 milhão para o filho de Lamine Diack, então presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), a maior federação do Olimpismo, e membro do Comitê Olímpico Internacional (COI).
A justiça suspeita de manobras para comprar os votos dos membros do COI na nomeação do Rio. Na França, uma investigação preliminar foi aberta em dezembro de 2015 pelo procurador financeiro nacional, que investigou por alguns meses as suspeitas de corrupção na cabeça da IAAF.
Dos quatro candidatos, a luta foi apertada. Madri ganhou a primeira votação (28 votos) para o Rio (26), Tóquio (22) e Chicago (18), mas a dinâmica mudou na segunda rodada para o Rio. Na terceira e última rodada, após a eliminação de Tóquio, a cidade carioca ganhou – 66 votos contra 32 dados a Madri).



















