Sindicalistas e trabalhadores pediram a revogação das portarias que tratam da política de atenção primária à saúde e a supressão de direitos dos servidores da pasta– entre elas, a 77, a 78 e a 94;
Na Câmara Legislativa os servidores criticaram a estrutura “inadequada” para implementar o modelo de saúde da família proposto pelo governo. Presente à reunião, o secretário de Saúde do DF, Humberto Lucena, garantiu haver recursos humanos suficientes para atender 75% dos usuários, informou a assessoria de imprensa da Câmara.
O modelo a ser adotado na atenção primária – alcança 32% de 2,9 milhões de pessoas, segundo dados do Ministério da Saúde. Segundo o recomendado, uma equipe de saúde da família deve ser integrada por um médico, um enfermeiro, até dois técnicos de enfermagem e seis agentes comunitários de saúde.
“Como aumentar a cobertura de 32% para 75% com menos de mil agentes de saúde cadastrados?”, questionou o vice-presidente do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do DF (Sindate), Jorge Viana. E completou: “O governador [Rodrigo Rollemberg] prometeu contratar mais 2 mil agentes e não cumpriu, não sei como vai fazer esse milagre agora”.
















