Centrais sindicais também querem dinheiro do trabalhador

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E só negócio. As centrais sindicais querem de volta a taxa de contribuição assistencial, cobrada até fevereiro de trabalhadores não-sindicalizados. A suspensão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal, mas os sindicalistas negociam a volta com o presidente Michel Temer.

Em troca, amenizariam as críticas e até ajudariam a aprovar a reforma trabalhista, que atualmente tramita na Câmara dos Deputados. As centrais estão preocupadas com o caixa. É que a contribuição sindical é de R$ 3,5 bilhões por ano e somente a contribuição sindical representaria 80% desse valor.

Segundo a Folha de hoje, os sindicalistas pediram que o presidente edite uma medida provisória ou apoie a aprovação no Congresso de um projeto que regulamente a cobrança da contribuição. A Força Sindical diz ter o apoio da União Geral dos Trabalhadores (UGT), da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST) e da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) para as negociações. As quatro entidades representam “no papel” 37% dos trabalhadores do país. 

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