Tucanos recuam e pedem cassação apenas de Dilma

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O que era antes, não é mais. É dessa maneira que se pode entender da decisão do PSDB de recuar na ação que pediu para investigar a chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral. Aliado agora do presidente Michel Temer (PMDB), os tucanos afirmam nas alegações finais entregue à Corte que Dilma Rousseff deve ser incriminada e o peemedebista isento de “qualquer prática ilícita”.

O Estadão registra hoje o trecho dedicado a Temer, no penúltimo parágrafo do documento de 22 páginas, os advogados do PSDB afirmam: “Ao cabo da instrução destes processos não se constatou em nenhum momento o envolvimento do segundo representado (Michel Temer) em qualquer prática ilícita. Já em relação à primeira representada (Dilma Rousseff), há comprovação cabal de sua responsabilidade pelos abusos ocorridos. Assim, entendendo suficiente a instrução processual, confiam os autores na procedência das respectivas ações, por se cuidar de medida da mais lídima e real”.

Na ação inicial, o PSDB diz o contrário: “A eleição presidencial de 2014, das mais acirradas de todos os tempos, revelou-se manchada de forma indelével pelo abuso de poder, tanto político quanto econômico, praticados em proveito dos primeiros réus, Dilma Vana Rousseff e Michel Miguel Elias Temer Lulia, reeleitos presidente e vice-presidente da República, respectivamente”.

 

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