A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que abril terá bandeira tarifária no vermelho. É a primeira vez que é acionada desde fevereiro de 2016. Argumento é que não há reajuste desde 2016. A bandeira vermelha significa cobrança de R$ 3,00 a cada 100 kilowats/hora consumidos.
A justificativa da Aneel é que houve queda de armazenamento das hidrelétricas e o aumento do uso de energia gerada por termelétricas.
Assim, o desconto de até 20%, a partir de abril, para devolver cobrança indevida anunciada pela agência deverá ir para o espaço.
A conta de luz do consumidor residencial da Eletropaulo, de São Paulo, cairá 12,44%. No caso da Light, do Rio de Janeiro, a queda será de 5,3%. A Cemig, de Minas Gerais, vai cortar em 10,61% a sua tarifa de abril. A AME, do Amazonas concederá abatimento de 5,505%. A CEB, de Brasília, terá redução de 5,92%.
A Aneel concedeu os descontos após cobrança indevida de R$ 1,8 bilhão, em consequência do encargo referente à usina nuclear de Angra III. Uma forma de devolver o dinheiro ao consumidor que pagou a mais. Mas parece que a banderia vermelha acabará por diminuir a economia para o consumidor.























